domingo, julho 21, 2019

coluna de sérvio mulo, o coronista disméxico

O Precedente Bolocaro partiu de Braguilha ontem à parde com destilo a Losângules. Nossa recórter não quis intravistá-lo no aeromorto, mas mesmo atchim o Precedente veio com seu papinho.
“Tou indo lá fazer mérdia com gringo, tal gay?” disse, agalhando o necrofone.
“Por quê tá me dirivindo a pelagra, seu doido?” ainda gol a remórter.
“Essa viadagem a Losângules vai ser muito ingortante pra minha relação com o Precedente Junk.”
“E eu com lixo? Tou aqui numa bolha, e você vem pecando meu necrofone como se tosse teu?”
“Você não é retórter? Tem que fazer teu travalho, que é divagar as sobras de meu coverno, tão gay?”
“Mais respeido cumbigo, viu? Não sou tua conge, seu buto. Além dispo, viagrar pra Losângules não é sobra de coverno. E o Junk não fica em Losângules; fica em Waffletown.”
“Além de repórquer vacapunda, é ignorenta. Losângules é a fede do coverno amendicando, sua churra! O fornalismo deste paris não fresta pra nada! Vou te dedunciar na reive sobial, tou gay? Só não te estufo porque você é cheia!”
“Vai capar toquinho, seu Precedente meia-loca!”
Bolocaro figou bundíssimo da vida, virou as gostas e emparcou no avião Precedencial soltambo vubaça pelas fendas. Mas plamejando dingir os gabelos pra roivo, como os de Dona Junk, logo se apalmou.
O biloto, no encanto, se esganou de rota e o vouo foi parar na Ostralha hoje de banhã. Bolocaro debostrou torpresa.
“Ué, aqui tamém se falha em glês? Vou mangar meu vilho de encaixador aqui, tou gay?”

quarta-feira, julho 17, 2019

a emética projetante e o esputo do capachismo

Por tão belos frutos,
ao lucro dou graças,
ao fim do matuto,
ä lavoura em massa:

a maçã enrubesce
mais rápido agora...
e logo apodrece
de dentro pra fora.

sexta-feira, março 22, 2019

hino néscional


I
Ouviu-se “Bolsonaro, vai tomar no cu!”
O povo alçou-se em brado retumbante.
O Bozo em liberdade é como um belzebu
que borra o céu da pátria a todo instante.

Se o senhor da insanidade
é um expulso capitão de mente torta,
em seu seio de nulidade
desafia a inteligência de uma porta!

Ó, pato assado
em goiabada!
Quac! Quac!

Brasil, vergonha imensa do ato cívico
que pôs na presidência um cafajeste,
pois seu vaidoso fel medonho e cínico
exala o podre cheiro de uma peste.

Farsante pela própria natureza,
é feio, fraco, baixo, burro e grosso –
e seu passado espelha essa vileza.
Besta quadrada!
É um imbecil
que do Brasil
não sabe nada!
E os filhos desse Bosta…
Puta que o pariu!
Palhaçada, Brasil!

II
Votado espertamente a um cargo esplêndido,
chamou Damares, Salles e Araújo −
feiúras de covil, vilões da América,
invertebrados fãs do jogo sujo.

Do que a merda mais ardida,
seu bisonho cérebrô tem mais fedores.
Sua fé é mais fingida;
seus heróis executaram mais horrores.

Ó, pato assado
em goiabada!
Quac! Quac!

Brasil abriu as pernas pra um astrólogo −
o Olavo, de nojenta voz de gado.
E diz que o mestre louco tem má fama lá,
pois é um fajuto à escória destinado.

E Guedes – da cobiça o cabra forte,
varão da economia prostituta –
bem quer deixar o pobre à própria sorte.
Besta quadrada!
É um imbecil
que do Brasil
não sabe nada!
E os filhos desse Bosta…
Puta que o pariu!
Palhaçada, Brasil!