sexta-feira, março 22, 2019
hino néscional
I
Ouviu-se “Bolsonaro, vai tomar no cu!”
O povo alçou-se em brado retumbante.
O Bozo em liberdade é como um belzebu
que borra o céu da pátria a todo instante.
Se o senhor da insanidade
é um expulso capitão de mente torta,
em seu seio de nulidade
desafia a inteligência de uma porta!
Ó, pato assado
em goiabada!
Quac! Quac!
Brasil, vergonha imensa do ato cívico
que pôs na presidência um cafajeste,
pois seu vaidoso fel medonho e cínico
exala o podre cheiro de uma peste.
Farsante pela própria natureza,
é feio, fraco, baixo, burro e grosso –
e seu passado espelha essa vileza.
Besta quadrada!
É um imbecil
que do Brasil
não sabe nada!
E os filhos desse Bosta…
Puta que o pariu!
Palhaçada, Brasil!
II
Votado espertamente a um cargo esplêndido,
chamou Damares, Salles e Araújo −
feiúras de covil, vilões da América,
invertebrados fãs do jogo sujo.
Do que a merda mais ardida,
seu bisonho cérebrô tem mais fedores.
Sua fé é mais fingida;
seus heróis executaram mais horrores.
Ó, pato assado
em goiabada!
Quac! Quac!
Brasil abriu as pernas pra um astrólogo −
o Olavo, de nojenta voz de gado.
E diz que o mestre louco tem má fama lá,
pois é um fajuto à escória destinado.
E Guedes – da cobiça o cabra forte,
varão da economia prostituta –
bem quer deixar o pobre à própria sorte.
Besta quadrada!
É um imbecil
que do Brasil
não sabe nada!
E os filhos desse Bosta…
Puta que o pariu!
Palhaçada, Brasil!